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Todos estão no box depois da correria 

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O ano de 2018 está definhando, não muito lentamente, haja vista o desejo de muitos, se não todos, de um tempo melhor pela frente. Foi um ano de apreensão, muitas viradas, nem todas culturais, mas muitas consumindo a reserva emocional de tanta gente.

A tecnologia de ponta trouxe, para a ponta dos tempos, estímulo para páginas da história serem viradas mais vorazmente, em busca de informação atualizada para os olhos do povo.

Ano de correria, para seduzir pessoas, propor (algumas vezes até forçadamente) mudança de preferências ou comportamentos enquanto posicionamento político.

Mais um ano de promessas, na maioria por parte daqueles que se dizem defensores do povo, batalhadores por melhor qualidade de vida.

Ano de intensa correria mesmo. Em busca de interesses e resultados positivos.

Tempo em que canetas e carimbos se misturavam, tentando chegar na frente para se aporem nos papéis de apresentação e protocolar (ou protocolizar, como queiram!”) documentos, pedidos, projetos. Principalmente os de lei, elaborados como moeda de troca durante campanha política.

Foi assim, em muitas localidades despertadas, politicamente (correto ou não) para a possibilidade de obterem a titularidade como MIT – Município de Interesse Turístico, buscando garantir um aporte financeiro atualmente estabelecido em R$ 550 mil para promoção e desenvolvimento do turismo.

MIT, o que é?

Município de Interesse Turístico. O site oficial da Secretaria de Estado do Turismo informa que:

Em 07/04/2015, o Plenário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), aprovou por unanimidade, a Proposta de Emenda à Constituição 11/2013, que foi encaminhada pelo Governador Geraldo Alckmin, que dá nova redação ao artigo 146, que tem o objetivo de ampliar o número de municípios beneficiários dos recursos vinculados ao Fundo de Melhoria das Estâncias. Dessa forma, o Estado de São Paulo amplia a abrangência de políticas públicas para o desenvolvimento do turismo no Estado através de um fundo constitucional. Na prática, esta iniciativa do Executivo institui que 140 municípios serão de interesse turístico. Todos os municípios, excetos as Estâncias já existentes, concorrerão a esse grupo, e para participar desse time, os municípios deverão preencher alguns critérios como potencial turístico, Conselho Municipal de Turismo, serviço médico emergencial, infraestrutura básica, Plano diretor de turismo e expressivos atrativos turísticos. A emenda à Constituição aprovada pela ALESP representa uma enorme conquista para o turismo que é a segunda economia no mundo e também no Brasil”.

Resumindo: É uma forma de melhor canalizar, pelo menos teoricamente, recursos destinados ao Turismo. Ao nosso entender, recursos do ou para o Turismo não podem servir de ferramenta para ações eleitoreiras. Infelizmente, a visão de muitos gestores, em acordo com legisladores estaduais, não contemplou, em 2018, essa prioridade. Buscaram, no caso, movimentar os diversos setores interessados em promover o Turismo local para, em ritmo de Fórmula 1, participarem da elaboração do indispensável PDT – Plano Diretor de Turismo, apadrinhado por um deputado estadual e apresentado para tentativa de aprovação em plenário da ALESP.

A correria intensa foi até o domingo de eleições… A partir daí, quem teve tempo de protocolar, por meio de seu deputado padrinho, um Projeto de Lei na Secretaria da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, passou a aguardar “ansiosamente” a sanção governamental e ganhar o pleiteado título de MIT.

Parou a correriaPrincipalmente dos deputados padrinhos que se reelegeram.

Imaginem os não reeleitos! Estes somente terão, em teoria, até o final do ano, para desenvolver algum tipo de ação reivindicando definições. Os que voltam a ocupar cadeira por mais 4 anos, terão esse mesmo tempo para defender os projetos ainda não sancionados, caso se amplie o número para 210.

GTMIT

É o Grupo Técnico de Trabalho, da SETUR, responsável em analisar o PDT de cada município, reunindo-se a cada semana. A análise é rigorosa e essencialmente técnica, seguindo a ordem de chegada dos Planos Diretores de Turismo. Em havendo qualquer dúvida, irregularidade ou inconsistência, os PDTs podem ser pré-aprovados, aguardando complementação; devolvidos, para recomposição e melhor completados ou reprovados totalmente.

Item indispensável para a avaliação de um PDT é a composição e o detalhamento de como se comporta o COMTUR do município candidato a MIT. Esse detalhe pode fazer grande diferença, no relatório final do GTMIT.

Um COMTUR que funcione

O site da Secretaria de Turismo, tem um capítulo que define a importância do COMTUR – Conselho Municipal do Turismo, para a constituição de um PDT. Vejamos o que diz o texto publicado pela SETUR, destacando que os “negritos” são de nossa redação:

Os Conselhos de Turismo devem ser principalmente consultivos e deliberativos. Como consultivos têm responsabilidade de julgar e discutir os assuntos que lhes forem apresentados e, assim, tem função opinativa. Já como Conselhos deliberativos têm o poder de propor e deliberar políticas em sua área, principalmente sobre os projetos a serem submetidos conforme a Lei Estadual Complementar 1.261/2015. Os Conselhos Municipais de Turismo, consultivos e deliberativos, tem o papel de discutir, promover e formular propostas de ação para o desenvolvimento do turismo municipal. Sendo assim, o Conselho tem o poder de sugerir e definir propostas, que são repassadas para o Prefeito que, por sua vez, estudará o modo de viabilidade da implantação.

SETORES:

Os Conselhos deverão contar com lideranças dos segmentos relacionados ao turismo do município, direta ou indiretamente, indicados por eles mesmos, os quais, geralmente, são representados por: Agentes de Viagens; Gestores de Estabelecimentos de Alimentação; de Meios de Hospedagem; de Atrativos e demais Equipamentos e Serviços Turísticos; Produtores Rurais; Artesãos; Artistas; Promotores de Eventos; Empresários da noite; Transportadores Turístico; Urbanistas; Historiadores; Marqueteiros; Ecologistas; Ambientalistas; Turismólogos; Guias de Turismo; Faculdades ou Escolas Técnicas de Turismo ou de Gastronomia; Jornalistas; Associação Comercial; Clube de Lojistas; Conventions; e ONGs relativas a Turismo, Cultura ou Meio Ambiente. E, não precisa necessariamente haver uma associação ou sindicato para compor o COMTUR. Qualquer desses segmentos, de alguma forma ligados ao turismo, poderá se reunir e indicar os seus representantes, titular e suplente.

PREFEITURA

Da parte do Poder Público o Prefeito deverá indicar ao menos os representantes dos segmentos de: Turismo, Cultura, Meio Ambiente e Educação (itens obrigatórios pela Lei Estadual complementar 1.261/2015), e a Câmara Municipal poderá indicar o seu representante para compor o COMTUR sempre, porém, com o total do Poder Público não ultrapassando o limite de um terço. Não serão as Secretarias as representadas, mas sim os funcionários que cuidam daqueles segmentos Podem fazer do Conselho de Turismo o Delegado de Polícia Civil, a Polícia Militar e representantes do Estado, desde que não tenham direito a voto.

Considerando o turismo uma área multidisciplinar, os membros do Conselho Municipal de Turismo, quando estiver em pauta assuntos específicos, podem convocar representantes de outras áreas, como lazer, esporte, trânsito, etc, sempre que houver assuntos das respectivas matérias, para informar e opinar sem direito a voto.

ORIGEM DOS RECURSOS

Os recursos financeiros dos fundos podem ter origem pública e/ou privada. Dentre alguns exemplos para obtenção dos recursos estão: tarifação de atrativos ou eventos turísticos, percentual de vendas de estabelecimentos de hospedagem ou alimentação, vouchers de agências de turismo receptivo, variando de acordo com os principais produtos turísticos do município, mas respeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal e as normas e regulamentos municipais. É importante destacar que o Fundo Municipal de Turismo para ser viável e eficiente deve ser criado depois que o Conselho Municipal de Turismo estiver muito bem consolidado, com seus atores engajados e participantes das ações propostas. Assim, sugere-se que ele seja criado ao menos um ano após a criação do Conselho.

O que é um Fundo Municipal? Os Conselhos podem ter fundos a eles vinculados, que fornecem maior agilidade e autonomia na gestão. No entanto, a complexidade do seu trabalho é maior, o que torna indispensável preparar os conselheiros para lidar com os recursos financeiros e prover os Conselhos de corpo técnico qualificado para gestão dos fundos.

FINALIDADE

Qual a finalidade do Conselho Municipal de Turismo? Coordenar, incentivar, promover e executar ações pertinentes ao desenvolvimento do turismo dentro do município; Estudar e propor à Administração Municipal medidas de difusão e amparo ao turismo, em colaboração com Órgãos e Entidades Oficiais; Sugerir e orientar à Administração Municipal ações relacionadas à criação e preservação dos pontos turísticos do município;

Promover junto às entidades de classe campanhas no sentido de se incrementar o turismo no município; Agregar o maior número de Entidades de cada segmento para trabalharem em conjunto na divulgação e promoção do turismo no município; Captar recursos para os programas, projetos e ações para as atividades turísticas; Desenvolver ações e campanhas de conscientização turística para a população em geral”. (Extraído do site da SETUR SP)

Como fica o quadro dos MIT

Conforme a Lei, 140 é o número máximo inicial autorizado. Há um movimento, ou pelo menos havia, por parte dos parlamentares, para se alcançar a casa dos 210 MIT. Ainda não definida a situação, vale o total inicial de 140, já definido. Em consulta ao site da SETUR, a posição mais atual nos mostra um quadro pelo qual se pode verificar o grande número de PDTs nas 3 situações citadas: pré-aprovados, devolvidos ou reprovados.

Devido a estar completo o quadro dos 140 MIT, o Grupo de Análise passará, agora, a realizar o ranqueamento dos municípios já contemplados.

E quem está no “box”?

Os municípios que tiveram padrinhos políticos para se candidatarem a MIT e conseguiram encaminhamento do PDT para o GTMIT precisarão aguardar, na fila, a avaliação deste.

PINDAMONHANGABA, COMO ESTÁ NESTE CENÁRIO?

Assim: seu PDT foi objeto do Projeto de Lei 288/2017, publicado no Diário da Assembleia em 11 de maio do mesmo ano. Nesta página, estão: a íntegra do Projeto de Lei e o Plano Diretor de Turismo de Pindamonhangaba, com os devidos registros de tramitação e anexos.

A tramitação está assim, conforme informações constantes na referida página linkada acima e a seguir por nós comentada:

reprodução

Dos municípios que aguardam parecer técnico, Pindamonhangaba é a 66ª colocada, de um total de 95 cidades na expectativa. Na fila, à frente de Pindamonhangaba, 65 municípios, os quais tiveram seus PDTs encaminhados para o GTMIT desde abril de 2018. O de Pinda chegou lá em 22 de junho de 2018. Não é considerada a data de apresentação do projeto à Mesa da Assembleia e, sim, a de chegada ao GTMIT.

Usando uma projeção bastante otimista, antes de junho de 2019 nada acontece de positivo para a cidade ganhar o título de MIT. Precisaria, primeiro, a aprovação da proposta de ampliação para o número de 140 para 210 MIT e, ainda, torcer para todos os municípios que figuram na fila, antes de Pindamonhangaba, serem aprovados ou recusados, o que daria mais chances a Pinda.

Depois, voltando para a Assembleia Legislativa, os projetos seriam alvo de discussão, votação e aprovação (ou não…). Os aprovados seguem para sanção (ou não…) do Governador do Estado.

Nisso, as chances para Pinda, considerando a ampliação do total de MIT para 210 (mais 70), seriam, pelo menos, de 1 (a própria dela) e mais 4 posteriores, que correm no mesmo páreo dos 70.

Em síntese, até agora a correria foi muita, para pouco resultado efetivo enquanto obtenção do MIT. Se serviu para angariar votos, quem se deu bem foram os políticos que tiveram os PDTs patrocinados e aprovados. Talvez isto lhes tenha dado algum gás para reelegerem-se.

Em contraposição, há uma turma que ficou sem cadeira na próxima legislatura, sem MIT aprovado…

O que isso quer dizer?

Simples: muitos fazem de tudo para evidenciar seu nome, não se importando com os reais resultados benéficos à comunidade. Tanto candidatos como gestores e comissionados

Para refletir, em tempos de final de ano.

É a minha opinião.

Marcos Ivan de Carvalho

Jornalista profissional, Mtb36001.

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HOSPEDAGEM – O que você precisa entender antes de viajar

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(Foto: Acervo pessoal)

Atualmente há uma grande ação de marketing, por parte de sites especializados, incentivando aos cidadãos, de um modo geral, viajar quando de seus momentos de folgas ou férias, ou até em tempos de trabalhar viajando.

Por estes sites, uma infinidade de meios de hospedagem se cadastra e oferece todo tipo de recursos para acomodação dos turistas ou de profissionais cujas atividades demandem viagens por longos períodos.

Então surgem, nas ofertas, as famosas acomodações do tipo “cama e café” (pernoite e café da manhã), os hostels (normalmente utilizados por grupos organizados, haja vista a disponibilização de sanitários e banhos nem tanto exclusivos, como acontece no caso de apartamentos do tipo suíte).

Há, também, as pousadas, em sua maioria organizadas e configuradas dentro dos padrões exigidos pelas instituições legais, bem como os hotéis, os quais são seguidores das normas oficiais.

Como em todo tipo de comércio de bens ou serviços, aparecem, agora com mais frequência, as ofertas “incríveis” de acomodações a preços “diferenciados”, acessíveis, tentadores.

A verdadeira concorrência desleal e ilegal, haja vista, em quase sua totalidade, essas ofertas advirem de particulares nem tão conscientes de suas responsabilidades quanto ao atendimento adequado à verdadeira demanda. Nestes casos, muitas vantagens oferecidas nem existem, efetivamente.

O usuário dos serviços oferecidos, então, se torna refém da situação, pois em acreditando estar fazendo um bom negócio, economizando no investimento, não tem mais tempo suficiente para buscar outro atendimento adequado às suas expectativas.

Com isso, os empreendimentos inseridos nas normas e leis, cujos custos operacionais não são poucos, por conta de precisarem cumprir as exigências e prestar o atendimento anunciado, se veem prejudicados por essa concorrência desleal e, até, ilegal.

Os empresários do setor de hospedagem precisam recolher taxas e impostos, oferecer instalações seguras (inclusive sinalização e equipamentos de combate a incêndio), roupas de cama em tecido de algodão, profissionais treinados, itens de acessibilidade, chuveiros quente/frio, instalações sanitárias ideais, dentre muitos outros itens.

Obrigatoriedade, também, da emissão de nota fiscal de prestação de serviços, muitas vezes não exigida pelos clientes.

Acima de tudo, para o viajante ter uma referência ideal, recomenda-se verificar se o estabelecimento tem registro no CADASTUR do Ministério do Turismo. Esse registro é de caráter obrigatório para agências de turismo; meios de hospedagem; transportadoras turísticas; organizadoras de eventos; parques temáticos; acampamentos turísticos; e guias de turismo.

Muitos oportunistas “dão um trato” em um ou mais quartos de suas residências, disponibilizam em sites de hospedagem e não detém nenhum tipo de certificado que os autorize a vender serviços do ramo.

O viajante corre, inclusive, o risco de procurar o “senhor apartamento” e encontrar uma singela “quitinete de fundo de quintal” para se hospedar.

Nos casos irregulares, de modo geral, difícil será desfrutar da tecnologia WI-FI e de um bom, pelo menos, café da manhã. Sem contarmos o risco de, durante uma noite de chuva, acontecerem goteiras sobre a cama.

Há, inclusive, a prática de se locar unidades habitacionais em condomínios, contrariando – até – o Regimento Interno desses conglomerados de residências. Historicamente, muitos proprietários já se confessam arrependidos dessa prática, por causa dos estragos e/ou prejuízos causados pelos locatários. Sem considerarmos o risco à segurança dos demais moradores…

O que fazer?

Atentar para os anúncios, cuidar de encontrar referências de outras pessoas, seguir recomendações de amigos ou parentes; consultar os sites de proteção do consumidor; visitar o site do Ministério do Turismo e verificar, por exemplo, o Certificado Cadastur do estabelecimento. Consultar o COMTUR (Conselho Municipal de Turismo) do município sede do estabelecimento também pode ser uma boa opção, se considerarmos o COMTUR como interessado no bom funcionamento das ações turísticas na cidade.

De experiência própria

Das nossas andanças, pelos tempos de trazer informações aos nossos leitores internautas, já vimos um pouco de quase tudo. Isso porque, para experimentarmos mesmo, não nos preocupamos com as indicações de amigos ou terceiros. Fomos, explicitamente, no escuro.

Locais barulhentos, sem acessibilidade, sanitários danificados, descargas idem, roupas de cama muito surradas, toalhas indescritíveis. Isso para ficarmos em poucos detalhes.

Por outro lado, encontramos locais simplesmente agradabilíssimos. Limpeza impecável, muitas vezes apesar da simplicidade. Pessoal educado, sabedor do que fazer, alegre e disponível a todo momento.

Verdadeiros banquetes nos cafés da manhã e, de quebra, um “lanchinho” à tarde ou o chazinho com biscoitos antes de nos recolhermos. Wi-Fi funcionando mesmo! Isso é ponto de destaque para nós, jornalistas…

A diferença é gritante, mesmo entre estabelecimentos “dentro da lei”.

Recente nota 10

Um fator que nos move a pesquisar, já há algum tempo pós-experiências no escuro, é o custo/benefício.

Imaginemos a necessidade de um pernoite, num segmento de viagem até o local de nossas atividades. Para que precisaríamos de um palacete? Basta-nos cama confortável, sanitários e banho “nos trinques”, segurança (inclusive para o nosso carro), silêncio na madrugada, wi-fi (sempre ele), atendimento profissional. Isso gera, incondicionalmente, vontade de voltar.

Aconteceu conosco, e compartilhamos agora, a nossa primeira estadia no IBIS Budget, instalado próximo à Rodovia Presidente Dutra, em Lorena, ao lado do Eco Valle Shopping e da Havan, aquela megastore que tem a réplica da Estátua da Liberdade.

Experimentalmente, fizemos a reserva pelo site Booking.com, ligamos, como precaução, para o hotel, confirmamos os detalhes, não fizemos pagamento antecipado. Aliás, as reservas podem ser diretamente pelo telefone do estabelecimento ((12 ) 30421100).

Em nossa chegada, notamos a prestativa equipe de atendimento, formada por jovens muito bem capacitados e habilitados. Estabelecimento dentro das modernas normas de construção civil, arejado, dotado de boa iluminação natural e artificial, elevadores inteligentes, acessibilidade, silêncio e boas acomodações, com tarifa bem inferior a muitas ofertas de mercado. Com Wi-Fi de alta velocidade em cada propriedade, como são denominados, lá, os apartamentos.

Há o cuidado quanto à preservação ambiental.

Nosso cantinho foi o suficiente para nos sentirmos acomodados, seguros e bem atendidos, para o descanso necessário de quem trabalha.

Não ficamos para o café da manhã, cujo custo é cobrado em separado, por isso não comentamos a respeito.

Seguimos viagem, no dia seguinte, satisfeitos e com intenção de bem recomendar esse meio.

Aos empreendedores interessados em prestar o melhor atendimento, como já o fazem, dentro do que é regulamentado, recomendamos consultar seus profissionais de contabilidade e o Conselho de Turismo das suas cidades para se adequarem à normas, garantindo melhores referências às suas atividades.

Afinal, bom é compartilhar o que é bom.

Marcos Ivan de Carvalho, Jornalista MTb36001, Gestor de Turismo, Diretor do Canal39.

 

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EDITORIAL: Caminhabilidade completa e reforça a Acessibilidade

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Um dos grandes temas a ser intensamente considerado, discutido e tratado com a atenção e conhecimentos necessários, não só em Pindamonhangaba, mas, também, em qualquer município onde a Gestão Pública se confirme como efetivamente comprometida com as modernas normas do ordenamento público é, sem dúvida alguma, a Caminhabilidade.

Muito se fala em Acessibilidade, contemplando-se esforços em cumprir normas estabelecidas para atendimento aos cidadãos com algum tipo de necessidade especial e sua maior e melhor inserção social.

Caminhabilidade é, no sentido amplo do termo, a condição oferecida a todos os cidadãos de um município no intuito destes poderem gozar de conforto, segurança e infraestrutura adequada para transitar, a pé, pelos diversos pontos da cidade. Isto, naturalmente, estende-se como benefício e garantia aos turistas.

Em Pindamonhangaba, atualmente se cuida da adequação do Plano Diretor do Município, com encontros de grupos técnicos, focando a modernização do texto legal.

No trabalho elaborado pela Geo Brasilis, empresa contratada para fazer o levantamento das condições atuais e trabalhar na adequação necessária, consta o seguinte:

6.2.6.1. Transporte a pé

As calçadas e passeios, além da infraestrutura de transposição de barreiras, como passagens inferiores e em nível, e os pontos de travessia de pedestres, constituem o sistema de transporte a pé do município.

Em campo, foi possível observar as seguintes características relacionadas ao sistema pedonal:

A topografia na principal área urbanizada é plana, favorável aos deslocamentos a pé (…);

Grande parte dos passeios é descontínua, com ausência em alguns trechos (…); Carência de padrão dimensional, tanto na área central quanto nos bairros, além de obstáculos que impedem a passagem (…);

Calçadas com superfícies irregulares (…) e infraestrutura incipiente voltada à acessibilidade, notadamente nos bairros mais afastados do centro.

………

O município de Pindamonhangaba conta com legislações que tratam das diretrizes e responsabilidades sobre a construção e a manutenção do passeio, a saber:

Lei Municipal nº 1.746/1981 – Dispõe sobre a construção e conservação dos passeios;

Lei Municipal nº 1.859/1983 – Proíbe o plantio de árvores que danificam calçadas e muros;

Lei Municipal nº 1955/1984 – Dispõe sobre a construção de calçadas e dá outras providências; e

Lei Municipal nº 2.490/1990 – Dispõe sobre a limpeza de terrenos e construções de calçadas. As normas em vigor são genéricas e não tratam das dimensões mínimas nem detalham as condicionantes construtivas e os prazos para sua regularização, o que evidencia a carência de ações para assegurar a livre circulação de pessoas, em especial dos portadores de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Para tanto, cabe o município prever legislação específica e proceder com a conscientização e fiscalização dos passeios, de tal modo a implantar os dispositivos já estabelecidos pelas Normas Federais de Acessibilidade, ABNT NBR 9050/2015 e NBR 16537/2016 ou as que vierem a lhes substituir”.

(Obs.:No inteiro teor, os parênteses indicam fotos com exemplos das situações comentadas).

Atualmente, os setores competentes da Prefeitura de Pindamonhangaba realizam serviços de sinalização horizontal nas vias públicas, constroem/reformam rampas de acesso em diversos pontos das calçadas. Entretanto, pelo que se pode observar, o critério eletivo para determinação dos locais e a execução das rampas, propriamente dito, não tem embasamento definitivo nas normas.

Simplesmente para exemplificarmos:

No cruzamento da Avenida Alburquerque Lins com a Rua Laerte Machado Guimarães (na chamada “esquina da Telesp”) há a seguinte configuração:

1 – Calçada da empresa de telefonia: rampa construída/reformada sobre uma tampa de poço de inspeção;

2 – Calçada oposta, rampa “abaulada” em um dos lados, por conta da irregularidade do piso da calçada.

Reprodução Google Maps com anotações da redação do Canal39

Foto: Google.com/maps

Como referimos, a Caminhabilidade é considerada fortemente, quando da avaliação pelos especialistas em Turismo, para indicação dos chamados “City Tours à pé”, pelo centro das cidades.

Por isso, há que se cuidar, exaustivamente, do desenvolvimento de recursos e ferramentas, além de legislação adequada, para que Pindamonhangaba se enquadre no rol das cidades preocupadas com o conforto dos cidadãos locais e turistas. Assim, mesmo em não havendo, ainda, a conquista da Certificação como MIT – Município de Interesse Turístico, é possível consagrar o esforço e a dedicação de todos para melhor inserção do nome da cidade nos roteiros programados.

Para isso acontecer, além do Executivo realmente se debruçar sobre o tema com intenções as melhores possíveis, indispensável é a presença e a participação ativa do COMTUR – Conselho Municipal de Turismo para deliberar o que, definitivamente, pode vir a ser melhor para a cidade, dentro do seu foco apolítico, apartidário e impessoal.

Fica a dica.

Marcos Ivan de Carvalho – Jornalista Profissional MTb36001

Gestor de Turismo

Diretor do Canal39

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Por quê indico o Alemão para presidente da Diretoria da Ferroviária?

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Por quê indico o Alemão para presidente da Diretoria da Ferroviária?
Fácil responder.

O moço conhece cada palmo das instalações do clube.

Aliás, quando prestei serviços para a Ferroviária, na Assessoria de Imprensa, eu o chamava de São Pedro, apelido carinhoso devido ao tanto de chaves que o Alemão carregava consigo, o tempo todo, durante sua jornada de trabalho.

Certa vez encontrei, nos arquivos fotográficos, uma foto de um jovem de cabelos longos, trabalhando na construção de uma das piscinas. Era o Alemão, o Valdir.

Ele tem conhecimento, na palma das mãos, da maioria dos espaços da Ferroviária.

Durante 25 anos o Alemão acompanhou a história do clube da cidade. Por sua dedicação e habilidade no trato com as pessoas, sempre foi benquisto pelos diretores e funcionários.

Na verdade, estes foram, sempre, seus parceiros dedicados, também.

O Alemão cuidou de suas atividades e ganhou importantes oportunidades, todas bem conduzidas pelo seu modo respeitador e honesto de cumprir as funções de seus cargos.

Agora, já não mais funcionário do clube, Alemão decidiu dedicar parte de seu tempo e utilizar todos os conhecimentos conseguidos para fazer muito, e muito bem feito, em prol da Associação Atlética Ferroviária.

De que maneira?

Candidatando-se a presidente da Diretoria Executiva, contando com a parceria inteligente e bem orientada do conhecido Marcelo Demorô.

Há que se salientar, inclusive, que o Alemão Valdir fala e entende a língua dos associados, compreende seus anseios e expectativas.

Por isso, já tem montado um incrível time de conhecedores dos meandros de uma gestão eficiente para um clube do porte da Ferroviária e desfruta do apoio e da confiança desse timaço, o qual já está a postos para colaborar com o sucesso na conquista dos melhores resultados com as propostas apresentadas pela Chapa 100% – Ferroviária de Todos Nós. Todas estas propostas focadas no bem estar primeiro dos associados e na integração dos simpatizantes, de forma ordenada e dentro do que é estabelecido pelo Estatuto Social.

Por isso é que indico, recomendo mesmo, a Chapa 100% – Ferroviária de Todos Nós para a Diretoria Executiva da Associação Atlética Ferroviária.

As eleições acontecem no domingo, dia 07 de abril, no Ginásio de Esportes Tobias Salgado.

Vale a pena direcionar seu voto, associado, à dupla Alemão Valdir e Marcelo Demorô.

Afinal, são 25 anos de experiência a serviço dos associados. Isso precisa ser valorizado.

 

Atualmente, devido à velocidade das tarefas profissionais, não sou associado ao clube, mas nada me impede de voltar a sê-lo e indicar o mesmo para muitos amigos.

Penso e sinto assim: é tempo de Chapa 100% Ferroviária de Todos Nós.

Marcos Ivan de Carvalho, Mtb36001 – RG 7.753.302-7

Jornalista, diretor do Canal39.

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