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PAPO39 ESPECIAL: Alemão faz campanha pela Chapa 100% Ferroviária de Todos Nós!

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Um dos mais conhecidos clubes sociais de Pindamonhangaba, a Associação Atlética Ferroviária já está em pleno clima de campanha para eleição da Diretoria Executiva a qual guiará os destinos da agremiação por dois anos, a partir de abril.

Historicamente, a conhecida Ferrô está no coração de muita gente, de todas as idades, desde os idos de 1930, quando foi fundada para atender, inicialmente, ao grupo de trabalhadores da Estrada de Ferro Campos do Jordão. A moçada daquela época adorava disputar “rachas” no campo da Vila Nair.

Alguém teve a ideia de fazer uma lista para arrecadar contribuições destinadas a somar valor suficiente e comprar uma daquelas bolas de “capotão”, confeccionada com câmara de ar e revestida com couro “de verdade” mesmo. Dizem os de mais história que a bola “queimava” na pele, quando vinha em velocidade e com efeito…

Da lista de comprar bola de capotão, começaram os sonhos a se transformar em realidade. A Ferroviária se tornou clube, marcou história na história do futebol, reuniu uma das mais bem montadas e técnicas equipes da região e foi a “Águia do Vale”, título que “emprestou”, depois, a outro clube de São José dos Campos.

O empenho de muitas diretorias foi de grande valia para o clube atravessar de um Século para outro, muitas coisas mudaram de rumo mas a verde e branco ainda está nas emoções de muita gente.

Dos tempos dos bailes de gala, como os finais de ano, com direito a champanhe, roupas brancas, boas bandas e foguetório, os álbuns mentais ainda mantêm esses registros.

A Ferroviária somou admiradores e frequentadores em magníficos bailes sociais, quando o “passeio completo” era respeitado e cumprido à risca.

O clube, por meio de seus dedicados diretores e funcionários, superou crises incríveis. Ainda quando já estava no local atual, passou por um tempo de “baixo astral”, deu a volta por cima e se consolidou firme e forte.

Nós conhecemos a Ferrô desde outros carnavais. Participamos, por algum tempo, do corpo da Diretoria Social, lá no “Basquete Clube”, nos envolvemos profissionalmente por outros momentos e temos o verde e branco marcado indelével em nosso coração, com o devido respeito ao tricolor da Capital.

A Ferroviária completa, neste ano de 2019, 89 anos de cumplicidade com quem gosta de ter bons momentos de lazer, diversão sadia, segurança e construção de muitas amizades.

Como dissemos, todas as gestões que conduziram o clube até o momento atual merecem os aplausos incontestes do corpo de associados e simpatizantes.

Em 2019 surge, como candidata à Diretoria Executiva, a chapa encabeçada por Valdir Alemão (Valdir Gonçalves de Oliveira), um profundo conhecedor da história do clube, pelo menos nos últimos 20 anos ou mais.

Conhecemos o Alemão, como é carinhosamente tratado por todos, desde os tempos de antes da virada do Século. Por isso, tomamos a liberdade de levar um Papo39 com ele por meio de uma entrevista para o Canal39, um pouco mais longa e, por isso, em formato de texto e não apenas um vídeo de poucos minutos.

Vamos lá, conhecer um pouco da história de Valdir Alemão, candidato a presidente da Diretoria Executiva da A. A. Ferroviária de Pindamonhangaba.

É assim:

P39 – Valdir, qual a razão de buscar realizar esse sonho, ou desejo, de se tornar presidente da Ferroviária?

Alemão – O principal motivo que me fez lançar minha candidatura é o de manter a tradição de amor e dedicação ao clube demonstrados pelo ex-craque de futebol, o associado e conselheiro mais antigo da Ferroviária: José Gercy Basto, o popular GÊ, meu sogro e grande amigo. Quero dar continuidade ao trabalho das inúmeras pessoas responsáveis pela história do clube. Aprendi muito com tantos presidentes e suas equipes, todos dedicando grande parte de sua vida e seus esforços pela nossa Ferroviária. Peço licença para destacar: Tobias Salgado, Eduardo San Martin, Valno Herculano Coutinho, José Jabor, Carlos de Oliveira Neves, José Celso Pupio e Arthur Ferreira dos Santos.

P39 – Como você pode contar sua trajetória enquanto funcionário da Ferrô?

Alemão – Comecei a trabalhar na Ferroviária no segundo semestre de 1994, como servente de pedreiro, participando da construção do muro de arrimo do campo de futebol; em seguida fui chamado para trabalhar na construção do segundo parque aquático, o qual foi inaugurado em 31 de marco de 1996. Após o término dessa obra, fui convidado pelo diretor Administrativo na época, Sr. Fernando Prado Rezende e pelo diretor de Manutenção, o Gê, para trabalhar como Serviços Gerais. Depois de algum tempo, passei a ser Encarregado da lanchonete e, de acordo com meu desempenho, segui recebendo promoções: Assistente de Manutenção; Encarregado de Manutenção, até chegar ao cargo Gerente de Manutenção.

P39 – Como você adquiriu uma liderança dentro do clube?

Alemão e Demorô (Acervo pessoal)

Alemão – Em primeiro lugar, sempre busquei respeitar a todos os meus superiores, observando o que eles faziam de melhor. Aprendi muito com eles e destaco, sem menosprezar os demais, as pessoas de Fernando Rezende; Anacleto; Claudio Gregório; Sr Andrade; Marcos dos Santos e Valdir Rodrigues. Além desse aprendizado, por meio de exemplos, busquei me aperfeiçoar, participando de cursos de liderança, em São José dos Campos, com o professor Mascarenhas. Também fiz cursos de Investimento de Profissionalização, durante a gestão de Celso Pupio e Waldir Rodrigues, no ano de 2000.

P39 – Nós sabemos, assim como muitas pessoas associadas e amigas sabem, que você esteve sempre parceiro dos funcionários da Ferroviária. Qual é a receita que você destaca para a equipe que trabalha hoje no clube?

Alemão – Buscar fazer de tudo um pouco. Só assim o trabalhador estará apto a atender a necessidade dessa verdadeira empresa que é a Ferroviária de todos nós. Há, sempre, a possibilidade de um convite para exercer um cargo de maior relevância.

P39 – Quais foram os momentos mais marcantes da sua historia profissional?

Alemão – Ah, foram muitos! Um tanto simplesmente indescritível! Mas, a minha maior emoção foi ao receber o título de Sócio Benemérito, concedido pelo Conselho Deliberativo, em votação secreta, por relevantes serviços prestados à associação.

P39 – O que você espera e deseja para o futuro da Ferroviária?

Alemão – Espero, e sinceramente desejo, trabalhar em parceria com a Diretoria Executiva; contando com a parceria do Conselho Deliberativo e o já costumeiro companheirismo dos funcionários e associados. Isso é que me motiva a continuar lutando pela Ferroviária 100% de todos nós.

P39 – Você, candidato a presidente da Diretoria, tem um vice que também é conhecido de muita gente. Qual a razão de convidar o Marcelo Demorô para essa jornada?
Alemão – Marcelo é um parceiro honesto; correto; dinâmico e o mais importante: está sempre à disposição para ajudar o próximo. Será meu vice 100%.

Papo com Marcelo Demorô (Marcelo Augusto Rodrigues Costa)
P39 – Marcelo, como foi essa decisão de somar, com o Alemão Valdir, numa chapa para a Diretoria Executiva da Ferroviária?

Marcelo – Frequento o clube há vários anos. Sempre que encontrava o Alemão, recebia um tratamento de uma pessoa muito prestativa e esclarecida. Consolidei várias amizades com sócios e funcionários e eu nunca ouvi nenhuma pessoa falar algo que depreciasse o profissional Alemão; pelo contrário só ouvi falar que ele era mais que um irmão com as pessoas que estavam ao seu lado. Quando fiquei sabendo que ele havia se candidatado, logo de cara declarei meu apoio. Conversando muito com ele, percebi que suas propostas eram de muita importância para o nosso clube. Dessa maneira, decidi prestar apoio total a ele. No dia seguinte, tive a felicidade de receber o convite de disputar a eleição como vice de sua chapa 100% Ferroviária de todos nós!

As eleições na Ferroviária de Pindamonhangaba acontecem em abril de 2019. Em breve, mais detalhes a respeito.

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EDITORIAL: Um péssimo exemplo de quem se diz fazedor de leis

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Quem cala, consente…

Por isso, quando se trata de discutir algum projeto na Câmara Municipal, há o estabelecimento da frase “aqueles que estiverem de acordo, permaneçam como estão”…

Na escola, dos tempos de crianças, a gente brincava de “Estátua”… Ninguém se mexia…

E é o que mais acontece com os chamados “legisladores” de nossa cidade.

Na hora de se discutir projetos, pelo menos os de interesse da população, pouco se fala, quase nada se produz…

Quando é o tempo de “pronunciamentos pessoais”, muitas das vezes realmente se tornam pessoais os pronunciamentos, nada em benefício do povo, do qual os 11 se dizem representantes e defensores.

Definir o acontecido na última sessão ordinária (o termo é esse mesmo, ordinária) seria um exercício de ginástica mental para encontrarmos algo razoavelmente leve para esse comentário.

Entretanto, preferimos não “ginasticar” muito. O fato, já público e patrocinado com dinheiro do povo, haja vista que – além das despesas normais de uma Casa de Leis – foi transmitido pela rede mundial de computadores e pelo canal de televisão da Net. Custeados com dinheiro público…

Um verdadeiro UFC verbal, envolvendo “no córner azul” o vereador Ronaldo Pipas e no “córner vermelho” o vereador Magrão, por ocasião dos pronunciamentos pessoais.

Pipas iniciou sua fala com certa tranquilidade, informando e agradecendo ações de seus pares a respeito de uma importante conquista para o pessoal do Vila Rica e adjacências.

Citou verbas destinadas e ações de companheiros, até que Magrão, do alto de seu topete, invocou-se com os agradecimentos e cismou de bater boca…

Meu saudoso pai dizia: “o berro é a arma de quem não tem tanta razão”…

Tentou, de todas as formas, impedir Ronaldo de se pronunciar, provocando-o a ponto de receber, em troco, alguns adjetivos interessantes…

Magrão elevou o tom, perdeu a já perdida compostura (antes desse embate sua voz, nas intervenções anteriores, transparecia insegurança com misto de pânico (ou medo…)).

Daí partiu para a ofensa frontal e desmedida, exigindo respeito sem se dar ao respeito, ofendendo à plateia, com sua ação totalmente descontrolada, discriminando os populares presentes ao recinto, acusando frontalmente a outro como falsificador…

O senhor presidente teve a enorme oportunidade de dar um “estátua!” em todo mundo, suspendendo a sessão, amparado pelo Regimento Interno…

Não o fez, permitindo que, sem trocadilho nenhum, o “boné véio” continuasse…

Panos quentes tentaram por os edis Roderlei e Negrão, mas não havia mais o que fazer, pois estava, praticamente, estabelecida a “casa d’irene”, com direito ao Magrão, diante do microfone e das lentes afirmar que a coisa era “F..a”. (Permitimos-nos abreviar para não faltarmos com o respeito aos leitores.

Mais uma vez, a Casa de Leis, na qual deveriam atuar os SENHORES REPRESENTANTES DO POVO, foi palco de baixarias, ofensas, suposto abuso de poder e plena falta de decoro parlamentar.

O estopim da luta verbal foi a designação de verbas por parte de parlamentares…

Briga idiota, estúpida mesmo, pois o dinheiro todo é fruto do suor do povo. Nem um dos envolvidos meteria a mão no bolso, ou na conta bancária, para destinar dinheiro seu (que, sem dúvida nenhuma, tem origem na mesma fonte que é o suor do povo) para se promover…

Daí vem o Magrão pedir uma reunião da mesa diretora, já que “eu sou vice-presidente”, para discutir sobre o que fazer com o Ronaldo Pipas…

O presidente, sem delongas, nem respondeu. Pegou seu boné, passou a régua, encerrou a sessão…

Pobre povo de Pindamonhangaba… Se tem representantes assim, para que ter mais inimigos?

Mesmo os que ficaram calados, perderam a grande chance de se manifestar em defesa do povo, exigindo a manutenção do abandonado decoro parlamentar…

Depois não adianta reclamar que estão apanhando muito nas redes sociais. Motivos sobram, provocados por eles mesmos…

Parece que Magrão faltou, ou “matou mesmo”, à aula sobre como se comportar diante de situações difíceis…

Recomendável é fazer um tratamento urgente de controle emocional. Do contrário, só o povo continuará perdendo, haja vista que, mesmo com tudo isso, continua no cargo, exercendo o mandato, remunerado pelos ofendidos num contexto geral.

Caberia, neste caso, uma retratação formal e pública, com humildade e reconhecimento de suas falhas e uma proposta de ouvir mais, pensar mais, calar mais e não ofender mais, jamais…

É o meu sentimento, como munícipe e profissional da Comunicação.

Marcos Ivan de Carvalho

Jornalista, MTb36001

RG 5.753.302-7.

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HOSPEDAGEM – O que você precisa entender antes de viajar

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(Foto: Acervo pessoal)

Atualmente há uma grande ação de marketing, por parte de sites especializados, incentivando aos cidadãos, de um modo geral, viajar quando de seus momentos de folgas ou férias, ou até em tempos de trabalhar viajando.

Por estes sites, uma infinidade de meios de hospedagem se cadastra e oferece todo tipo de recursos para acomodação dos turistas ou de profissionais cujas atividades demandem viagens por longos períodos.

Então surgem, nas ofertas, as famosas acomodações do tipo “cama e café” (pernoite e café da manhã), os hostels (normalmente utilizados por grupos organizados, haja vista a disponibilização de sanitários e banhos nem tanto exclusivos, como acontece no caso de apartamentos do tipo suíte).

Há, também, as pousadas, em sua maioria organizadas e configuradas dentro dos padrões exigidos pelas instituições legais, bem como os hotéis, os quais são seguidores das normas oficiais.

Como em todo tipo de comércio de bens ou serviços, aparecem, agora com mais frequência, as ofertas “incríveis” de acomodações a preços “diferenciados”, acessíveis, tentadores.

A verdadeira concorrência desleal e ilegal, haja vista, em quase sua totalidade, essas ofertas advirem de particulares nem tão conscientes de suas responsabilidades quanto ao atendimento adequado à verdadeira demanda. Nestes casos, muitas vantagens oferecidas nem existem, efetivamente.

O usuário dos serviços oferecidos, então, se torna refém da situação, pois em acreditando estar fazendo um bom negócio, economizando no investimento, não tem mais tempo suficiente para buscar outro atendimento adequado às suas expectativas.

Com isso, os empreendimentos inseridos nas normas e leis, cujos custos operacionais não são poucos, por conta de precisarem cumprir as exigências e prestar o atendimento anunciado, se veem prejudicados por essa concorrência desleal e, até, ilegal.

Os empresários do setor de hospedagem precisam recolher taxas e impostos, oferecer instalações seguras (inclusive sinalização e equipamentos de combate a incêndio), roupas de cama em tecido de algodão, profissionais treinados, itens de acessibilidade, chuveiros quente/frio, instalações sanitárias ideais, dentre muitos outros itens.

Obrigatoriedade, também, da emissão de nota fiscal de prestação de serviços, muitas vezes não exigida pelos clientes.

Acima de tudo, para o viajante ter uma referência ideal, recomenda-se verificar se o estabelecimento tem registro no CADASTUR do Ministério do Turismo. Esse registro é de caráter obrigatório para agências de turismo; meios de hospedagem; transportadoras turísticas; organizadoras de eventos; parques temáticos; acampamentos turísticos; e guias de turismo.

Muitos oportunistas “dão um trato” em um ou mais quartos de suas residências, disponibilizam em sites de hospedagem e não detém nenhum tipo de certificado que os autorize a vender serviços do ramo.

O viajante corre, inclusive, o risco de procurar o “senhor apartamento” e encontrar uma singela “quitinete de fundo de quintal” para se hospedar.

Nos casos irregulares, de modo geral, difícil será desfrutar da tecnologia WI-FI e de um bom, pelo menos, café da manhã. Sem contarmos o risco de, durante uma noite de chuva, acontecerem goteiras sobre a cama.

Há, inclusive, a prática de se locar unidades habitacionais em condomínios, contrariando – até – o Regimento Interno desses conglomerados de residências. Historicamente, muitos proprietários já se confessam arrependidos dessa prática, por causa dos estragos e/ou prejuízos causados pelos locatários. Sem considerarmos o risco à segurança dos demais moradores…

O que fazer?

Atentar para os anúncios, cuidar de encontrar referências de outras pessoas, seguir recomendações de amigos ou parentes; consultar os sites de proteção do consumidor; visitar o site do Ministério do Turismo e verificar, por exemplo, o Certificado Cadastur do estabelecimento. Consultar o COMTUR (Conselho Municipal de Turismo) do município sede do estabelecimento também pode ser uma boa opção, se considerarmos o COMTUR como interessado no bom funcionamento das ações turísticas na cidade.

De experiência própria

Das nossas andanças, pelos tempos de trazer informações aos nossos leitores internautas, já vimos um pouco de quase tudo. Isso porque, para experimentarmos mesmo, não nos preocupamos com as indicações de amigos ou terceiros. Fomos, explicitamente, no escuro.

Locais barulhentos, sem acessibilidade, sanitários danificados, descargas idem, roupas de cama muito surradas, toalhas indescritíveis. Isso para ficarmos em poucos detalhes.

Por outro lado, encontramos locais simplesmente agradabilíssimos. Limpeza impecável, muitas vezes apesar da simplicidade. Pessoal educado, sabedor do que fazer, alegre e disponível a todo momento.

Verdadeiros banquetes nos cafés da manhã e, de quebra, um “lanchinho” à tarde ou o chazinho com biscoitos antes de nos recolhermos. Wi-Fi funcionando mesmo! Isso é ponto de destaque para nós, jornalistas…

A diferença é gritante, mesmo entre estabelecimentos “dentro da lei”.

Recente nota 10

Um fator que nos move a pesquisar, já há algum tempo pós-experiências no escuro, é o custo/benefício.

Imaginemos a necessidade de um pernoite, num segmento de viagem até o local de nossas atividades. Para que precisaríamos de um palacete? Basta-nos cama confortável, sanitários e banho “nos trinques”, segurança (inclusive para o nosso carro), silêncio na madrugada, wi-fi (sempre ele), atendimento profissional. Isso gera, incondicionalmente, vontade de voltar.

Aconteceu conosco, e compartilhamos agora, a nossa primeira estadia no IBIS Budget, instalado próximo à Rodovia Presidente Dutra, em Lorena, ao lado do Eco Valle Shopping e da Havan, aquela megastore que tem a réplica da Estátua da Liberdade.

Experimentalmente, fizemos a reserva pelo site Booking.com, ligamos, como precaução, para o hotel, confirmamos os detalhes, não fizemos pagamento antecipado. Aliás, as reservas podem ser diretamente pelo telefone do estabelecimento ((12 ) 30421100).

Em nossa chegada, notamos a prestativa equipe de atendimento, formada por jovens muito bem capacitados e habilitados. Estabelecimento dentro das modernas normas de construção civil, arejado, dotado de boa iluminação natural e artificial, elevadores inteligentes, acessibilidade, silêncio e boas acomodações, com tarifa bem inferior a muitas ofertas de mercado. Com Wi-Fi de alta velocidade em cada propriedade, como são denominados, lá, os apartamentos.

Há o cuidado quanto à preservação ambiental.

Nosso cantinho foi o suficiente para nos sentirmos acomodados, seguros e bem atendidos, para o descanso necessário de quem trabalha.

Não ficamos para o café da manhã, cujo custo é cobrado em separado, por isso não comentamos a respeito.

Seguimos viagem, no dia seguinte, satisfeitos e com intenção de bem recomendar esse meio.

Aos empreendedores interessados em prestar o melhor atendimento, como já o fazem, dentro do que é regulamentado, recomendamos consultar seus profissionais de contabilidade e o Conselho de Turismo das suas cidades para se adequarem à normas, garantindo melhores referências às suas atividades.

Afinal, bom é compartilhar o que é bom.

Marcos Ivan de Carvalho, Jornalista MTb36001, Gestor de Turismo, Diretor do Canal39.

 

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EDITORIAL: Caminhabilidade completa e reforça a Acessibilidade

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Um dos grandes temas a ser intensamente considerado, discutido e tratado com a atenção e conhecimentos necessários, não só em Pindamonhangaba, mas, também, em qualquer município onde a Gestão Pública se confirme como efetivamente comprometida com as modernas normas do ordenamento público é, sem dúvida alguma, a Caminhabilidade.

Muito se fala em Acessibilidade, contemplando-se esforços em cumprir normas estabelecidas para atendimento aos cidadãos com algum tipo de necessidade especial e sua maior e melhor inserção social.

Caminhabilidade é, no sentido amplo do termo, a condição oferecida a todos os cidadãos de um município no intuito destes poderem gozar de conforto, segurança e infraestrutura adequada para transitar, a pé, pelos diversos pontos da cidade. Isto, naturalmente, estende-se como benefício e garantia aos turistas.

Em Pindamonhangaba, atualmente se cuida da adequação do Plano Diretor do Município, com encontros de grupos técnicos, focando a modernização do texto legal.

No trabalho elaborado pela Geo Brasilis, empresa contratada para fazer o levantamento das condições atuais e trabalhar na adequação necessária, consta o seguinte:

6.2.6.1. Transporte a pé

As calçadas e passeios, além da infraestrutura de transposição de barreiras, como passagens inferiores e em nível, e os pontos de travessia de pedestres, constituem o sistema de transporte a pé do município.

Em campo, foi possível observar as seguintes características relacionadas ao sistema pedonal:

A topografia na principal área urbanizada é plana, favorável aos deslocamentos a pé (…);

Grande parte dos passeios é descontínua, com ausência em alguns trechos (…); Carência de padrão dimensional, tanto na área central quanto nos bairros, além de obstáculos que impedem a passagem (…);

Calçadas com superfícies irregulares (…) e infraestrutura incipiente voltada à acessibilidade, notadamente nos bairros mais afastados do centro.

………

O município de Pindamonhangaba conta com legislações que tratam das diretrizes e responsabilidades sobre a construção e a manutenção do passeio, a saber:

Lei Municipal nº 1.746/1981 – Dispõe sobre a construção e conservação dos passeios;

Lei Municipal nº 1.859/1983 – Proíbe o plantio de árvores que danificam calçadas e muros;

Lei Municipal nº 1955/1984 – Dispõe sobre a construção de calçadas e dá outras providências; e

Lei Municipal nº 2.490/1990 – Dispõe sobre a limpeza de terrenos e construções de calçadas. As normas em vigor são genéricas e não tratam das dimensões mínimas nem detalham as condicionantes construtivas e os prazos para sua regularização, o que evidencia a carência de ações para assegurar a livre circulação de pessoas, em especial dos portadores de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Para tanto, cabe o município prever legislação específica e proceder com a conscientização e fiscalização dos passeios, de tal modo a implantar os dispositivos já estabelecidos pelas Normas Federais de Acessibilidade, ABNT NBR 9050/2015 e NBR 16537/2016 ou as que vierem a lhes substituir”.

(Obs.:No inteiro teor, os parênteses indicam fotos com exemplos das situações comentadas).

Atualmente, os setores competentes da Prefeitura de Pindamonhangaba realizam serviços de sinalização horizontal nas vias públicas, constroem/reformam rampas de acesso em diversos pontos das calçadas. Entretanto, pelo que se pode observar, o critério eletivo para determinação dos locais e a execução das rampas, propriamente dito, não tem embasamento definitivo nas normas.

Simplesmente para exemplificarmos:

No cruzamento da Avenida Alburquerque Lins com a Rua Laerte Machado Guimarães (na chamada “esquina da Telesp”) há a seguinte configuração:

1 – Calçada da empresa de telefonia: rampa construída/reformada sobre uma tampa de poço de inspeção;

2 – Calçada oposta, rampa “abaulada” em um dos lados, por conta da irregularidade do piso da calçada.

Reprodução Google Maps com anotações da redação do Canal39

Foto: Google.com/maps

Como referimos, a Caminhabilidade é considerada fortemente, quando da avaliação pelos especialistas em Turismo, para indicação dos chamados “City Tours à pé”, pelo centro das cidades.

Por isso, há que se cuidar, exaustivamente, do desenvolvimento de recursos e ferramentas, além de legislação adequada, para que Pindamonhangaba se enquadre no rol das cidades preocupadas com o conforto dos cidadãos locais e turistas. Assim, mesmo em não havendo, ainda, a conquista da Certificação como MIT – Município de Interesse Turístico, é possível consagrar o esforço e a dedicação de todos para melhor inserção do nome da cidade nos roteiros programados.

Para isso acontecer, além do Executivo realmente se debruçar sobre o tema com intenções as melhores possíveis, indispensável é a presença e a participação ativa do COMTUR – Conselho Municipal de Turismo para deliberar o que, definitivamente, pode vir a ser melhor para a cidade, dentro do seu foco apolítico, apartidário e impessoal.

Fica a dica.

Marcos Ivan de Carvalho – Jornalista Profissional MTb36001

Gestor de Turismo

Diretor do Canal39

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