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EDITORIAL: Caminhabilidade completa e reforça a Acessibilidade

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Um dos grandes temas a ser intensamente considerado, discutido e tratado com a atenção e conhecimentos necessários, não só em Pindamonhangaba, mas, também, em qualquer município onde a Gestão Pública se confirme como efetivamente comprometida com as modernas normas do ordenamento público é, sem dúvida alguma, a Caminhabilidade.

Muito se fala em Acessibilidade, contemplando-se esforços em cumprir normas estabelecidas para atendimento aos cidadãos com algum tipo de necessidade especial e sua maior e melhor inserção social.

Caminhabilidade é, no sentido amplo do termo, a condição oferecida a todos os cidadãos de um município no intuito destes poderem gozar de conforto, segurança e infraestrutura adequada para transitar, a pé, pelos diversos pontos da cidade. Isto, naturalmente, estende-se como benefício e garantia aos turistas.

Em Pindamonhangaba, atualmente se cuida da adequação do Plano Diretor do Município, com encontros de grupos técnicos, focando a modernização do texto legal.

No trabalho elaborado pela Geo Brasilis, empresa contratada para fazer o levantamento das condições atuais e trabalhar na adequação necessária, consta o seguinte:

6.2.6.1. Transporte a pé

As calçadas e passeios, além da infraestrutura de transposição de barreiras, como passagens inferiores e em nível, e os pontos de travessia de pedestres, constituem o sistema de transporte a pé do município.

Em campo, foi possível observar as seguintes características relacionadas ao sistema pedonal:

A topografia na principal área urbanizada é plana, favorável aos deslocamentos a pé (…);

Grande parte dos passeios é descontínua, com ausência em alguns trechos (…); Carência de padrão dimensional, tanto na área central quanto nos bairros, além de obstáculos que impedem a passagem (…);

Calçadas com superfícies irregulares (…) e infraestrutura incipiente voltada à acessibilidade, notadamente nos bairros mais afastados do centro.

………

O município de Pindamonhangaba conta com legislações que tratam das diretrizes e responsabilidades sobre a construção e a manutenção do passeio, a saber:

Lei Municipal nº 1.746/1981 – Dispõe sobre a construção e conservação dos passeios;

Lei Municipal nº 1.859/1983 – Proíbe o plantio de árvores que danificam calçadas e muros;

Lei Municipal nº 1955/1984 – Dispõe sobre a construção de calçadas e dá outras providências; e

Lei Municipal nº 2.490/1990 – Dispõe sobre a limpeza de terrenos e construções de calçadas. As normas em vigor são genéricas e não tratam das dimensões mínimas nem detalham as condicionantes construtivas e os prazos para sua regularização, o que evidencia a carência de ações para assegurar a livre circulação de pessoas, em especial dos portadores de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Para tanto, cabe o município prever legislação específica e proceder com a conscientização e fiscalização dos passeios, de tal modo a implantar os dispositivos já estabelecidos pelas Normas Federais de Acessibilidade, ABNT NBR 9050/2015 e NBR 16537/2016 ou as que vierem a lhes substituir”.

(Obs.:No inteiro teor, os parênteses indicam fotos com exemplos das situações comentadas).

Atualmente, os setores competentes da Prefeitura de Pindamonhangaba realizam serviços de sinalização horizontal nas vias públicas, constroem/reformam rampas de acesso em diversos pontos das calçadas. Entretanto, pelo que se pode observar, o critério eletivo para determinação dos locais e a execução das rampas, propriamente dito, não tem embasamento definitivo nas normas.

Simplesmente para exemplificarmos:

No cruzamento da Avenida Alburquerque Lins com a Rua Laerte Machado Guimarães (na chamada “esquina da Telesp”) há a seguinte configuração:

1 – Calçada da empresa de telefonia: rampa construída/reformada sobre uma tampa de poço de inspeção;

2 – Calçada oposta, rampa “abaulada” em um dos lados, por conta da irregularidade do piso da calçada.

Reprodução Google Maps com anotações da redação do Canal39

Foto: Google.com/maps

Como referimos, a Caminhabilidade é considerada fortemente, quando da avaliação pelos especialistas em Turismo, para indicação dos chamados “City Tours à pé”, pelo centro das cidades.

Por isso, há que se cuidar, exaustivamente, do desenvolvimento de recursos e ferramentas, além de legislação adequada, para que Pindamonhangaba se enquadre no rol das cidades preocupadas com o conforto dos cidadãos locais e turistas. Assim, mesmo em não havendo, ainda, a conquista da Certificação como MIT – Município de Interesse Turístico, é possível consagrar o esforço e a dedicação de todos para melhor inserção do nome da cidade nos roteiros programados.

Para isso acontecer, além do Executivo realmente se debruçar sobre o tema com intenções as melhores possíveis, indispensável é a presença e a participação ativa do COMTUR – Conselho Municipal de Turismo para deliberar o que, definitivamente, pode vir a ser melhor para a cidade, dentro do seu foco apolítico, apartidário e impessoal.

Fica a dica.

Marcos Ivan de Carvalho – Jornalista Profissional MTb36001

Gestor de Turismo

Diretor do Canal39

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EDITORIAL: Um péssimo exemplo de quem se diz fazedor de leis

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Quem cala, consente…

Por isso, quando se trata de discutir algum projeto na Câmara Municipal, há o estabelecimento da frase “aqueles que estiverem de acordo, permaneçam como estão”…

Na escola, dos tempos de crianças, a gente brincava de “Estátua”… Ninguém se mexia…

E é o que mais acontece com os chamados “legisladores” de nossa cidade.

Na hora de se discutir projetos, pelo menos os de interesse da população, pouco se fala, quase nada se produz…

Quando é o tempo de “pronunciamentos pessoais”, muitas das vezes realmente se tornam pessoais os pronunciamentos, nada em benefício do povo, do qual os 11 se dizem representantes e defensores.

Definir o acontecido na última sessão ordinária (o termo é esse mesmo, ordinária) seria um exercício de ginástica mental para encontrarmos algo razoavelmente leve para esse comentário.

Entretanto, preferimos não “ginasticar” muito. O fato, já público e patrocinado com dinheiro do povo, haja vista que – além das despesas normais de uma Casa de Leis – foi transmitido pela rede mundial de computadores e pelo canal de televisão da Net. Custeados com dinheiro público…

Um verdadeiro UFC verbal, envolvendo “no córner azul” o vereador Ronaldo Pipas e no “córner vermelho” o vereador Magrão, por ocasião dos pronunciamentos pessoais.

Pipas iniciou sua fala com certa tranquilidade, informando e agradecendo ações de seus pares a respeito de uma importante conquista para o pessoal do Vila Rica e adjacências.

Citou verbas destinadas e ações de companheiros, até que Magrão, do alto de seu topete, invocou-se com os agradecimentos e cismou de bater boca…

Meu saudoso pai dizia: “o berro é a arma de quem não tem tanta razão”…

Tentou, de todas as formas, impedir Ronaldo de se pronunciar, provocando-o a ponto de receber, em troco, alguns adjetivos interessantes…

Magrão elevou o tom, perdeu a já perdida compostura (antes desse embate sua voz, nas intervenções anteriores, transparecia insegurança com misto de pânico (ou medo…)).

Daí partiu para a ofensa frontal e desmedida, exigindo respeito sem se dar ao respeito, ofendendo à plateia, com sua ação totalmente descontrolada, discriminando os populares presentes ao recinto, acusando frontalmente a outro como falsificador…

O senhor presidente teve a enorme oportunidade de dar um “estátua!” em todo mundo, suspendendo a sessão, amparado pelo Regimento Interno…

Não o fez, permitindo que, sem trocadilho nenhum, o “boné véio” continuasse…

Panos quentes tentaram por os edis Roderlei e Negrão, mas não havia mais o que fazer, pois estava, praticamente, estabelecida a “casa d’irene”, com direito ao Magrão, diante do microfone e das lentes afirmar que a coisa era “F..a”. (Permitimos-nos abreviar para não faltarmos com o respeito aos leitores.

Mais uma vez, a Casa de Leis, na qual deveriam atuar os SENHORES REPRESENTANTES DO POVO, foi palco de baixarias, ofensas, suposto abuso de poder e plena falta de decoro parlamentar.

O estopim da luta verbal foi a designação de verbas por parte de parlamentares…

Briga idiota, estúpida mesmo, pois o dinheiro todo é fruto do suor do povo. Nem um dos envolvidos meteria a mão no bolso, ou na conta bancária, para destinar dinheiro seu (que, sem dúvida nenhuma, tem origem na mesma fonte que é o suor do povo) para se promover…

Daí vem o Magrão pedir uma reunião da mesa diretora, já que “eu sou vice-presidente”, para discutir sobre o que fazer com o Ronaldo Pipas…

O presidente, sem delongas, nem respondeu. Pegou seu boné, passou a régua, encerrou a sessão…

Pobre povo de Pindamonhangaba… Se tem representantes assim, para que ter mais inimigos?

Mesmo os que ficaram calados, perderam a grande chance de se manifestar em defesa do povo, exigindo a manutenção do abandonado decoro parlamentar…

Depois não adianta reclamar que estão apanhando muito nas redes sociais. Motivos sobram, provocados por eles mesmos…

Parece que Magrão faltou, ou “matou mesmo”, à aula sobre como se comportar diante de situações difíceis…

Recomendável é fazer um tratamento urgente de controle emocional. Do contrário, só o povo continuará perdendo, haja vista que, mesmo com tudo isso, continua no cargo, exercendo o mandato, remunerado pelos ofendidos num contexto geral.

Caberia, neste caso, uma retratação formal e pública, com humildade e reconhecimento de suas falhas e uma proposta de ouvir mais, pensar mais, calar mais e não ofender mais, jamais…

É o meu sentimento, como munícipe e profissional da Comunicação.

Marcos Ivan de Carvalho

Jornalista, MTb36001

RG 5.753.302-7.

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HOSPEDAGEM – O que você precisa entender antes de viajar

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(Foto: Acervo pessoal)

Atualmente há uma grande ação de marketing, por parte de sites especializados, incentivando aos cidadãos, de um modo geral, viajar quando de seus momentos de folgas ou férias, ou até em tempos de trabalhar viajando.

Por estes sites, uma infinidade de meios de hospedagem se cadastra e oferece todo tipo de recursos para acomodação dos turistas ou de profissionais cujas atividades demandem viagens por longos períodos.

Então surgem, nas ofertas, as famosas acomodações do tipo “cama e café” (pernoite e café da manhã), os hostels (normalmente utilizados por grupos organizados, haja vista a disponibilização de sanitários e banhos nem tanto exclusivos, como acontece no caso de apartamentos do tipo suíte).

Há, também, as pousadas, em sua maioria organizadas e configuradas dentro dos padrões exigidos pelas instituições legais, bem como os hotéis, os quais são seguidores das normas oficiais.

Como em todo tipo de comércio de bens ou serviços, aparecem, agora com mais frequência, as ofertas “incríveis” de acomodações a preços “diferenciados”, acessíveis, tentadores.

A verdadeira concorrência desleal e ilegal, haja vista, em quase sua totalidade, essas ofertas advirem de particulares nem tão conscientes de suas responsabilidades quanto ao atendimento adequado à verdadeira demanda. Nestes casos, muitas vantagens oferecidas nem existem, efetivamente.

O usuário dos serviços oferecidos, então, se torna refém da situação, pois em acreditando estar fazendo um bom negócio, economizando no investimento, não tem mais tempo suficiente para buscar outro atendimento adequado às suas expectativas.

Com isso, os empreendimentos inseridos nas normas e leis, cujos custos operacionais não são poucos, por conta de precisarem cumprir as exigências e prestar o atendimento anunciado, se veem prejudicados por essa concorrência desleal e, até, ilegal.

Os empresários do setor de hospedagem precisam recolher taxas e impostos, oferecer instalações seguras (inclusive sinalização e equipamentos de combate a incêndio), roupas de cama em tecido de algodão, profissionais treinados, itens de acessibilidade, chuveiros quente/frio, instalações sanitárias ideais, dentre muitos outros itens.

Obrigatoriedade, também, da emissão de nota fiscal de prestação de serviços, muitas vezes não exigida pelos clientes.

Acima de tudo, para o viajante ter uma referência ideal, recomenda-se verificar se o estabelecimento tem registro no CADASTUR do Ministério do Turismo. Esse registro é de caráter obrigatório para agências de turismo; meios de hospedagem; transportadoras turísticas; organizadoras de eventos; parques temáticos; acampamentos turísticos; e guias de turismo.

Muitos oportunistas “dão um trato” em um ou mais quartos de suas residências, disponibilizam em sites de hospedagem e não detém nenhum tipo de certificado que os autorize a vender serviços do ramo.

O viajante corre, inclusive, o risco de procurar o “senhor apartamento” e encontrar uma singela “quitinete de fundo de quintal” para se hospedar.

Nos casos irregulares, de modo geral, difícil será desfrutar da tecnologia WI-FI e de um bom, pelo menos, café da manhã. Sem contarmos o risco de, durante uma noite de chuva, acontecerem goteiras sobre a cama.

Há, inclusive, a prática de se locar unidades habitacionais em condomínios, contrariando – até – o Regimento Interno desses conglomerados de residências. Historicamente, muitos proprietários já se confessam arrependidos dessa prática, por causa dos estragos e/ou prejuízos causados pelos locatários. Sem considerarmos o risco à segurança dos demais moradores…

O que fazer?

Atentar para os anúncios, cuidar de encontrar referências de outras pessoas, seguir recomendações de amigos ou parentes; consultar os sites de proteção do consumidor; visitar o site do Ministério do Turismo e verificar, por exemplo, o Certificado Cadastur do estabelecimento. Consultar o COMTUR (Conselho Municipal de Turismo) do município sede do estabelecimento também pode ser uma boa opção, se considerarmos o COMTUR como interessado no bom funcionamento das ações turísticas na cidade.

De experiência própria

Das nossas andanças, pelos tempos de trazer informações aos nossos leitores internautas, já vimos um pouco de quase tudo. Isso porque, para experimentarmos mesmo, não nos preocupamos com as indicações de amigos ou terceiros. Fomos, explicitamente, no escuro.

Locais barulhentos, sem acessibilidade, sanitários danificados, descargas idem, roupas de cama muito surradas, toalhas indescritíveis. Isso para ficarmos em poucos detalhes.

Por outro lado, encontramos locais simplesmente agradabilíssimos. Limpeza impecável, muitas vezes apesar da simplicidade. Pessoal educado, sabedor do que fazer, alegre e disponível a todo momento.

Verdadeiros banquetes nos cafés da manhã e, de quebra, um “lanchinho” à tarde ou o chazinho com biscoitos antes de nos recolhermos. Wi-Fi funcionando mesmo! Isso é ponto de destaque para nós, jornalistas…

A diferença é gritante, mesmo entre estabelecimentos “dentro da lei”.

Recente nota 10

Um fator que nos move a pesquisar, já há algum tempo pós-experiências no escuro, é o custo/benefício.

Imaginemos a necessidade de um pernoite, num segmento de viagem até o local de nossas atividades. Para que precisaríamos de um palacete? Basta-nos cama confortável, sanitários e banho “nos trinques”, segurança (inclusive para o nosso carro), silêncio na madrugada, wi-fi (sempre ele), atendimento profissional. Isso gera, incondicionalmente, vontade de voltar.

Aconteceu conosco, e compartilhamos agora, a nossa primeira estadia no IBIS Budget, instalado próximo à Rodovia Presidente Dutra, em Lorena, ao lado do Eco Valle Shopping e da Havan, aquela megastore que tem a réplica da Estátua da Liberdade.

Experimentalmente, fizemos a reserva pelo site Booking.com, ligamos, como precaução, para o hotel, confirmamos os detalhes, não fizemos pagamento antecipado. Aliás, as reservas podem ser diretamente pelo telefone do estabelecimento ((12 ) 30421100).

Em nossa chegada, notamos a prestativa equipe de atendimento, formada por jovens muito bem capacitados e habilitados. Estabelecimento dentro das modernas normas de construção civil, arejado, dotado de boa iluminação natural e artificial, elevadores inteligentes, acessibilidade, silêncio e boas acomodações, com tarifa bem inferior a muitas ofertas de mercado. Com Wi-Fi de alta velocidade em cada propriedade, como são denominados, lá, os apartamentos.

Há o cuidado quanto à preservação ambiental.

Nosso cantinho foi o suficiente para nos sentirmos acomodados, seguros e bem atendidos, para o descanso necessário de quem trabalha.

Não ficamos para o café da manhã, cujo custo é cobrado em separado, por isso não comentamos a respeito.

Seguimos viagem, no dia seguinte, satisfeitos e com intenção de bem recomendar esse meio.

Aos empreendedores interessados em prestar o melhor atendimento, como já o fazem, dentro do que é regulamentado, recomendamos consultar seus profissionais de contabilidade e o Conselho de Turismo das suas cidades para se adequarem à normas, garantindo melhores referências às suas atividades.

Afinal, bom é compartilhar o que é bom.

Marcos Ivan de Carvalho, Jornalista MTb36001, Gestor de Turismo, Diretor do Canal39.

 

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Por quê indico o Alemão para presidente da Diretoria da Ferroviária?

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Por quê indico o Alemão para presidente da Diretoria da Ferroviária?
Fácil responder.

O moço conhece cada palmo das instalações do clube.

Aliás, quando prestei serviços para a Ferroviária, na Assessoria de Imprensa, eu o chamava de São Pedro, apelido carinhoso devido ao tanto de chaves que o Alemão carregava consigo, o tempo todo, durante sua jornada de trabalho.

Certa vez encontrei, nos arquivos fotográficos, uma foto de um jovem de cabelos longos, trabalhando na construção de uma das piscinas. Era o Alemão, o Valdir.

Ele tem conhecimento, na palma das mãos, da maioria dos espaços da Ferroviária.

Durante 25 anos o Alemão acompanhou a história do clube da cidade. Por sua dedicação e habilidade no trato com as pessoas, sempre foi benquisto pelos diretores e funcionários.

Na verdade, estes foram, sempre, seus parceiros dedicados, também.

O Alemão cuidou de suas atividades e ganhou importantes oportunidades, todas bem conduzidas pelo seu modo respeitador e honesto de cumprir as funções de seus cargos.

Agora, já não mais funcionário do clube, Alemão decidiu dedicar parte de seu tempo e utilizar todos os conhecimentos conseguidos para fazer muito, e muito bem feito, em prol da Associação Atlética Ferroviária.

De que maneira?

Candidatando-se a presidente da Diretoria Executiva, contando com a parceria inteligente e bem orientada do conhecido Marcelo Demorô.

Há que se salientar, inclusive, que o Alemão Valdir fala e entende a língua dos associados, compreende seus anseios e expectativas.

Por isso, já tem montado um incrível time de conhecedores dos meandros de uma gestão eficiente para um clube do porte da Ferroviária e desfruta do apoio e da confiança desse timaço, o qual já está a postos para colaborar com o sucesso na conquista dos melhores resultados com as propostas apresentadas pela Chapa 100% – Ferroviária de Todos Nós. Todas estas propostas focadas no bem estar primeiro dos associados e na integração dos simpatizantes, de forma ordenada e dentro do que é estabelecido pelo Estatuto Social.

Por isso é que indico, recomendo mesmo, a Chapa 100% – Ferroviária de Todos Nós para a Diretoria Executiva da Associação Atlética Ferroviária.

As eleições acontecem no domingo, dia 07 de abril, no Ginásio de Esportes Tobias Salgado.

Vale a pena direcionar seu voto, associado, à dupla Alemão Valdir e Marcelo Demorô.

Afinal, são 25 anos de experiência a serviço dos associados. Isso precisa ser valorizado.

 

Atualmente, devido à velocidade das tarefas profissionais, não sou associado ao clube, mas nada me impede de voltar a sê-lo e indicar o mesmo para muitos amigos.

Penso e sinto assim: é tempo de Chapa 100% Ferroviária de Todos Nós.

Marcos Ivan de Carvalho, Mtb36001 – RG 7.753.302-7

Jornalista, diretor do Canal39.

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