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CULTURA

CUNHA: “Festa no céu” vence o Festival Canta Violeiro de Música Caipira Inédita

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(Fotos: Edna Maischberger e Marcos Ivan, Canal39)

A Estância Climática de Cunha, simpática e aconchegante, tem, por tradição, ser uma espécie de “centro nervoso” ou “coração” das manifestações culturais e turísticas, de uma modo geral.

Entra mês, sai mês, muita coisa acontece para a Cultura Popular Brasileira não perder sua identidade.

No último final de semana, combinando com o feriado da Proclamação da República, por exemplo, aconteceu em altíssimo estilo o 6º Festival “Canta Violeiro” de Música Caipira Inédita.

Um desfile de 19 composições, todas avaliadas pelo criterioso corpo de jurados, formado por profissionais da música e conhecedores das tradições caipiras, foi a atração para cunhenses e turistas “lá pelas bandas das serras” (Bocaina, do Mar e Quebra Cangalha).

Idealizado pela Associação Viola Caipira Violeiros de Cunha, que já realiza o projeto Violas na Praça, o Canta Violeiro vem, há seis anos, promovendo a divulgação e a importância da preservação da nossa música brasileira raiz, a Música Caipira, por excelência.

01 – Lenir Boldrin, coordenador musical do programa Sr. Brasil (jurado); 02 – Emerson Thomas, maestro e professor de viola caipira nas oficinas culturais do Estado de São Paulo (jurado); 03 – Arnaldo Freitas, vencedor do prêmio Melhor Instrumentista de Viola do Festival da Viola (jurado); 04 – Maria Cristina Paniza, coordenadora do Festival e presidente da Associação Viola Caipira Violeiros de Cunha; 05 -Jamil Scatena, percussionista, assessor do gabinete do Secretário da Cultura do Estado de São Paulo (jurado); 06 – Celso Silva, professor de violão, viola e cavaquinho, canto e teoria musical (jurado) (Fotos: Edna Maischberger, Canal39)

Com o passar do tempo, o Projeto “Canta Violeiro” se consolida e ganha espaços/conceitos junto às comunidades musicais em grande parte do território nacional. Basta verificar as localidades representadas na edição de 2018.

Atualmente o Festival “Canta Violeiro” de Música Caipira Inédita de Cunha traz, em suas referências, a realização do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura; correalização da Associação Viola Caipira Violeiros de Cunha e Prefeitura da Estância Climática de Cunha, com produção da APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte.

As 19 obras concorrentes se apresentaram, por ordem de sorteio, nos dias 15 (10 inscritos) e 16 (9 inscritos) de novembro, de cujos resultados da avaliação feita pelos jurados surgiu a lista de dez finalistas, que voltaram ao palco para a disputa final.

Premiação

Após as apresentações da noite final do “Canta Violeiro”, o corpo de jurados definiu a premiação para as seguintes composições concorrentes:

06 – Aclamação Popular: “Boas lembranças” interpretada por seu autor, Jorge Faustino, de Lagoinha (SP), que recebeu troféu das mãos de Emerson Thomas + prêmio em espécie no valor de R$ 500. 05 – Melhor Música Caipira de Cunha – “Minha história”, de Francisco Benedito Sales, defendida por Pacheco e Chiquinho – troféu entregue por Arnaldo Freitas, mais R$ 500; 04 – Melhor Interpretação: Carlos Viola e Paraná, com a música “História de um doutor” (Carlos Antunes Pereira), Conceição dos Ouros, MG – troféu entregue por Tarcísio Manuvéi, prêmio de R$ 500;  03 – 3º Lugar – “Fivela de alpaca” (Marcos Cândido “Violeiro” Leal), Monte Sião, MG – defendida por Evaldo Carvalho e Jaqueline – troféu entregue por Lenir Boldrin+ R$ 1.500; 02 – 2º Lugar – “Viola de aroeira” (Luiz Carlos Silva Lima), Uberlândia, MG – com Bruno e Felipe – troféu recebido das mãos do secretário de Turismo e Cultura de Cunha, Marcelo Henrique Veras + R$ 2.500;  01 – 1º Lugar – “Festa no céu” (Rafael Henrique e Gustavo Neto), Campo Grande, MS – com Os Dois Violeiros – troféu entregue por Jamil Scatena, representando a Secretaria de Estado da Cultura + R$ 4.000 (Fotos: Marcos Ivan e Edna Maischberger, Canal39)

Objetivos alcançados

Para Maria Cristina Paniza, dedicada organizadora, com uma equipe de colaboradores voluntários, o “Canta Violeiro” atingiu, mais uma vez, os seus principais objetivos, implícitos no Regulamento Oficial.

“Nós, mais uma vez, só temos que manifestar nossa gratidão. Primeiro a Deus, que nos deu forças, orientação para conseguirmos levar adiante esse projeto que é tão importante para a Música Caipira, de um modo geral. Minha gratidão a todos que, direta e indiretamente, de forma dedicada, se doaram em esforços para o sucesso de nosso Festival”, disse Cristina por ocasião da premiação aos vencedores.

Promover o resgate das tradições musicais, com a divulgação e incentivo à criação e produção de música caipira, estimulando os jovens a terem gosto pelo gênero musical; criar oportunidades para compositores e intérpretes da música cailpira, revelando novos talentos em todo o território brasileiro, possibilitando a maior aproximação e confraternização entre músicos e poetas da região e de outras localidades, definitivamente foram itens contemplados e alcançados em mais essa edição do “Canta Violeiro” . Ao mesmo tempo, e naturalmente, a Estância Climática de Cunha consolida sua identidade de celeiro da Música Caipira, direcionando o interesse popular ao valor e importância da mesma como fonte de cultura e lazer.

Organização modelo

O grande destaque que se pode dar ao Festival “Canta Violeiro” de Música Caipira Inédita, de Cunha, é a organização impecável em todos os seus detalhes.

Desde os cuidados com a elaboração do Regulamento até a Comissão Julgadora, tudo é muito bem pensado e executado, buscando-se oferecer o máximo de boas condições para acontecimento do evento. Veja-se, por exemplo, o fato de o jurado responsável pela avaliação e seleção inicial das obras inscritas não compor o corpo de jurados das eliminatórias e final.

Inovações

O “Canta Violeiro” de 2018 apresentou, em sua estrutura de eventos, duas novidades: aumentou-se em um dia a programação em si (duas eliminatórias, em vez de uma), totalizando 3 dias de música caipira na Praça da Matriz cunhense.

Outra novidade, muito bem pensada, foi a instalação de uma Oficina de Viola, por meio da qual um facilitador, neste caso o experiente produtor musical Tarcísio Manuvéi, ministrou algumas técnicas de postura em palco, interação com a plateia e exemplificou a montagem ideal para um repertório. “Precisa ser um repertório que envolva o público, fazendo-o cantar junto com uma orquestra de viola”. E assim aconteceu. Após 3 dias de troca de experiências e conhecimentos, os músicos de Cunha e de outras localidades, puderam formar uma orquestra de viola para apresentação no show de encerramento do Festival.

Tarcísio Manuvéi, primeiro à direita, durante uma das sessões da Oficina de Violas (Foto: Marcos IVan, Canal39)

Manuvéi, bastante entusiasmado com o aproveitamento dos participantes da Oficina de Viola, disse da importância de a mesma não deixar de acontecer.

Show de Encerramento, com a Orquestra formada durante a Oficina de Violas. (Foto: Edna Maischberger)

Bem te Canto

Ensaiado e regido pela professora Ana Beatriz (sexta posição em pé, da esquerda para a direita, o Coral Bem Te Canto brindou ao público presente à Praça da Matriz momentos antes do início da grande final do “Canta Violeiro”. Destaques do repertório: Berimbau (Baden Powell / Vinícius de Moraes), Pot Pourri de Elpídio dos Santos, Disparada (Geraldo Vandré / Théo de Barros) e uma ciranda de Gabriel Levy. (Foto: Marcos Ivan, Canal39)

Estrutura

Um palco bem montado, inclusive com o cuidado de ter um piso antiderrapante, luz e som ideais da equipe Douglas Som e Luz; decorado com muito esmero pela equipe organizadora elevou, ainda mais, a qualidade do “Canta Violeiro” (Foto: Edna Maischberger)

Garantia

Num cenário brasileiro onde muitos ritmos e gêneros ocupam a maior parte das programações de televisão e rádio, a melhor maneira de divulgar a Música Caipira é, em conjunto com a tecnologia das redes sociais, a realização de tradicionais festivais.

Com a sexta edição do Festival “Canta Violeiro” de Música Caipira Inédita, Cunha consolida, por meio de parcerias bem formatadas e orientadas, sua posição como plena incentivadora e motivadora da preservação, divulgação e ampliação dos conhecimentos da verdadeira música brasileira raiz, proporcionando, como foi possível verificar no certame ocorrido, a renovação dos valores, com a participação de jovens intérpretes, autores e compositores. Pais e filhos, amigos e casais jovens se somaram nas 3 noites do Festival e deram provas de que, por amor à arte e manutenção, até, da história familiar, a Música Caipira será defendida por todos.

Merecem todos os aplausos os concorrentes que dividiram o palco e os aplausos; os profissionais envolvidos na montagem da estrutura de som e luz; os dedicados voluntários que se somaram ao ideal da esforçada Maria Cristina Paniza, presidente da Associação Viola Caipira Violeiros de Cunha.

Destaque-se a inestimável e indispensável contribuição do Governo do Estado de São Paulo, por meio de sua Secretaria de Cultura; Prefeitura da Estância Climática de Cunha, APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte e os parceiros apoiadores: Cunhatur, Amprasp, Rádio Serrana FM, Fernanda Oliveira Design, Escola Carlito Maia e Canal39.

O patrocínio do evento foi de: Usina Araucária, Quebra Cangalha Restaurante, Pousada Vila Rica, Hotel Fazenda São Francisco, Cooperativa de Laticínios Serramar, Veríssima Café e Bistrô, Gastronomia Vila Rica, O Lavandário, Alecrim Dourado Pousada, Latitude Lodge, Tropeira Violões e Violas Artesanais.

Texto: Marcos Ivan, com fotos de Edna Maischberger e Marcos Ivan.

A reportagem do Canal39 hospedou-se, em Cunha, na Pousada Vila Rica e com apoio da Gastronomia Vila Rica. Recomendamos.

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CULTURA

CULTURA: Guaratinguetá realiza sua 1ª Festa Literária

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(Foto: Edna Maischberger, Canal39)

Organizada pela Secretaria Municipal de Cultura, a 1ª FLIG – Festa Literária de Guaratinguetá teve sua abertura e segue acontecendo, até domingo (26) nas instalações do Centro Turístico-Cultural Luiz Carvalho dos Santos, espaço multiuso, recentemente inaugurado após reforma da antiga estação ferroviária e fruto de projeto custeado com verbas ofertadas pelo DADETUR – Departamento de Apoio ao Desenvolvimento do Municípios Turísticos do Estado de São Paulo.

A abertura desse evento cultural teve a fala do sub-secretário Wellington Vilanova, o Tom, o qual saudou a todos os presentes, deu as boas vindas e destacou o valor da parceria e apoios recebidos para a realização do evento. Segundo Tom, que é o Curador da FLIG, o projeto foca a motivação para o público jovem ter gosto e envovimento com a Literatura como forma de maior sociabilização.

Aline Damásio, titular da pasta municipal da Cultural, também comentou a respeito da importância de se desenvolver esse tipo de ação, a qual aproxima o povo do hábito da leitura sadia e capaz de mudar completamente a vida de muitas pessoas. Referiu ter nascido, a FLIG, das ações similares levadas a efeito em Paraty (RJ), as quais concentram grande público e destaques da literatura. Damasio agradeceu a parceria indispensável da Secretaria de Educação e de outros setores da Administração Municipal e destacou a possibilidade de, com a inspiração que motivou a FLIG, a iniciativa privada também contribua para a realização de inúmeros outros projetos com o mesmo foco de elevar a cultura e a cidadania da Região.

Representando a Câmara de Vereadores de Guaratinguetá, Fabrício da Aeronáutica também cumprimentou os organizadores e público, principalmente aos jovens, por terem recebido esse projeto, já vitorioso, denominado FLIG.

Marcus Soliva, prefeito de Gauatinguetá, discorreu sobre o projeto da Feira Literária, citou ser, a Região do Vale do Paraíba, um verdadeiro manancial de grandes nomes da literatura, parabenizou aos organizadores e parceiros, explicou a importância do espaço que abriga a FLIG, após sua reforma, por trazer, para a cidade e Região, oportunidade da realização de grandes eventos destinados ao entretenimento e à cultura.

O primeiro momento cultural aconteceu com apresentação do músico Wellington Barros, o qual executou músicas do repertório da nossa MPB.

A FLIG conta com exposição e venda de livros, tem uma coleção de banners em homenagem a autores regionais, como Monteiro Lobato, Malba Tahan, Juó Bananeri, Miguel Reale, Plínio Salgado e Francisco de Assis Salgado, dentre outros. Um varal de poemas também é muito apreciado pelo público que desde o início já frequenta o evento.

Contando, ainda, com uma programação de palestras temáticas, a 1ª FLIG recebeu, para a palestra inaugural, o professor Severino Antonio, de Cachoeira Paulista. Doutor em Educação, dedica-se, há mais de 40 anos, ao ensino de Redação e Leitura, Filosofia e Literatura.

Junto com a 1ª FLIG houve o lançamento da Semana do Brincar, com atividades lúdicas e interativas envolvendo alunos da Rede Municipal de Ensino.

Clique e veja a programação completa da 1ª FLIG – Festa Literária de Guaratinguetá.

 

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CULTURA

MÚSICA: Banda Sianinhas de SL Paraitinga lança Canárias e Pitassilgas

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(Divulgação)

Lançamento do CD “Canárias e Pintassilgas” – Sianinhas, de São Luiz do Paraitinga. Projeto conta com apoio do ProAC, programa da Secretaria da Cultura e Economia Criativa – Governo do Estado de São Paulo

Formada em 2014, Sianinhas vem construindo um trabalho inspirado na diversidade das manifestações culturais que abrilhantam o efervescente calendário festivo de São Luiz do Paraitinga. Ao longo desses anos, a banda elaborou um repertório que mescla músicas de autoria das integrantes às de compositores(as) luizenses, incluindo também canções de domínio público; bem como veio formatando a concepção visual e cênica do espetáculo “Canárias e Pintassilgas”, nome do projeto contemplado no edital ProAC 21/2018 para gravação e circulação de álbum inédito, da Secretaria da Cultura e Economia Criativa – Governo do Estado de São Paulo.

O CD Canárias e Pintassilgas é o resultado de uma vasta pesquisa em cultura popular e representa a importância da essência artística da banda, pois é nesse contexto que Sianinhas busca alinhavar um arremate original.

Assim como o nome remete à costura – visto que sianinha é adorno comumente utilizado nas vestimentas da população rural do interior do Brasil – os elementos sonoros que compõem esse trabalho também têm o intuito de unir e mesclar diversos gêneros musicais com ritmos e cantos tradicionais de congada, brão, jongo, dentre outros.

O primeiro álbum da banda foi gravado na zona rural de São Luiz do Paraitinga e produzido por André Magalhães, pesquisador de cultura tradicional e engenheiro de áudio especializado em gravações acústicas e teve como engenheiro de gravação, Filipe Magalhães.

Os arranjos ficaram por conta dos multi-instrumentistas luizenses: João Gaspar, Léo Couto, Alexandre Peixe e Thar, com contribuições das próprias integrantes e de alguns compositores e compositoras que cederam suas músicas para gravação. Já as vozes foram orquestradas pela Diretora Vocal do projeto: Elaine Marin. A concepção do espetáculo e Direção de Palco é da atriz e produtora, Lu Monteiro.

Quem fez o figurino foi o artista plástico Helder Santos e os cliques são de Rodolfo Magalhães. A arte do encarte foi elaborada pelo designer Fábio Gomes e pela artista visual Marcia Candido.

Dentre gravações inéditas está “Bandinha do Padre Leite”, de autoria do saudoso Elpídio dos Santos, que recebeu arranjo do filho, Negão dos Santos.

(Foto: Rodolfo Magalhães)

As canções têm nuances e cadências variadas, que vão desde os tradicionais baião e rastapé até o dobrado marcial, versando com a marcação rítmica da ciranda, do coco e das congadas. Além disso, o CD “Canárias e Pintassilgas” contou com participações mais do que especiais de mulheres determinantes na construção desse trabalho: Trio Sinhá Flor, formado Carolina Bahiense (triângulo, pandeiro, sanfona e voz), Cimara Fróis (sanfona, pandeiro e voz) e Talita del Collado (zabumba, percussão, violão, pífano e voz), que desenvolve, desde 2008 um trabalho de pesquisa e divulgação do Forró Tradicional e da cultura nordestina, evidenciando a participação feminina na música; “As Elpídias”, trio vocal do Grupo Paranga, que figurou no cenário da música brasileira nas décadas de 80 e 90 e atualmente é composto por Renata Marques, Nena Santos e Lia Marques; e Ana Maria Carvalho, natural de Cururupu (MA), residente em São José dos Campos, experimentou desde criança a vivência com os gêneros tradicionais brasileiros e recebeu, em 2018, o Prêmio de Culturas Populares do MINC, sendo reconhecida como importante mestra da cultura popular em atividade.

Entre os meses de junho e julho de 2019, a banda fará apresentações de lançamento do CD “Canárias e Pintassilgas” em seis cidades do Vale do Paraíba e Litoral Norte:

22/06, no Arraiá do Chi Pul Pul, em São Luiz do Paraitinga;

23/06, no Encontro de Congadas e Moçambiques, em Lagoinha;

29/06, na Festa de São Pedro Pescador, em Ubatuba;

05/07, no Arraial na Praça, em Socorro;

06/07, em Paraibuna;

e no dia 20/07, no Festival Acordes da Serra, em Cunha.

A banda Sianinhas é composta por: Adriana OSales, percussão e voz; Daiane Cristina, percussão; Darly Gonçalves, sopros e voz; Esther Fietz, contrabaixo, violoncelo e voz; Mara Rúbia, percussão e voz; Maria Clara Menecucci, percussão; e Patrícia Guimarães, violão, viola e voz. Página oficial: FACEBOOK.

(Darly Gonçalves / Assessora do projeto)

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CULTURA

MÚSICA EM SAMPA: Casa das Caldeiras fecha ciclo 10 anos do Tododomingo Musical

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Fotos: Divulgação

Casa das Caldeiras encerra a programação do projeto TODODOMINGO MUSICAL EM SP – 10 anos com um domingo de Samba do Sol e roda de conversa com mediação da produtora cultural Inti Queiroz, com entrada gratuita.

Casa das Caldeiras realiza última edição do TODODOMINGO Musical em SP com Samba do Sol

Neste domingo, dia 26 de maio de 2019, entre 10h e 23h, a Casa das Caldeiras encerra com chave de ouro o programa TODODOMINGO MUSICAL EM SP com participação do Samba do Sol e roda de conversa com a produtora cultural Inti Queiroz.

Finalizando um ciclo de 10 anos com o projeto TODODOMINGO Musical em SP, a Casa das Caldeiras festeja 10 anos de trabalho continuado, acompanhando mudanças na cena cultural da cidade, resistindo com alegria e leveza, para seguir recebendo a população em toda sua diversidade com muito respeito.

“Só temos que agradecer aos coletivos e artistas parceiros, aos patrocinadores e ao público querido, que se deixaram envolver com afeto pelo nosso trabalho. O TODODOMINGO contribuiu para a promoção do patrimônio material e imaterial, difundindo diferentes vertentes artísticas e musicais com muita força” – celebra a equipe do projeto.

O domingo na Casa das Caldeiras começa com uma roda de conversa / oficina mediada pela produtora cultural e especialista em leis de incentivo à cultura Inti Queiroz sobre as perspectivas de incentivo à produção cultural brasileira nesses tempos de desmontes. “Como financiar seu projeto cultural em tempos tão difíceis?”. A ação acontece de 10h30 à 13h e será traçado um panorama das perspectivas futuras para o setor cultural, tanto em nível estadual, quanto municipal.

É em clima de festa a programação da última edição do TODODOMINGO segue com o Samba do Sol, que reúne uma série de atrações especiais e rodas de samba, a partir de 15h.

O TODODOMINGO Musical em SP, contemplado pelo edital PROAC-ICMS da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo, é um projeto da Associação Cultural Casa das Caldeiras que tem patrocínio das empresas 51 e Instituto LEO.

Com foco na produção cultural independente, no acesso à arte e à cultura, desde o seu surgimento o projeto acolheu produtores das mais diversas linguagens que ocuparam um dos principais patrimônios históricos da cidade de São Paulo com arte e diversidade.

Muitos foram os coletivos e produtores acolhidos pelo TODODOMINGO, alguns construíram um percurso de crescimento a partir da sua passagem pelo projeto.

Após dez anos de realização, contribuindo para a promoção do patrimônio histórico e de vertentes artísticas e musicais de forma dinâmica e criativa, o projeto TODODOMINGO Musical em SP encerra um ciclo e cede espaço para que a Casa das Caldeiras movimente os domingos com novos e mais férteis horizontes. A equipe do projeto já prevê lançamentos futuros com novos formatos de atividades, sempre acolhendo com afeto e cuidado o público e os artistas.

“É um tempo de reformular as ideias, vontades e formatos, que com certeza vão dar ainda mais alegrias a população que se inspira do espaço da Casa das Caldeiras e de sua dinâmica artística e cultural” – explicam os responsáveis pelo projeto TODODOMINGO Musical em SP.

Acompanhe as novidades da Casa das Caldeiras

TODODOMINGO MUSICAL EM SP recebe Samba do Sol

*Última edição do projeto TODODOMINGO MUSICAL EM SP

Quando: 26 de maio de 2019 – Horário: 10h às 23h – Entrada Gratuita – Classificação Livre

Programação:

Horário: 10h30 às 13h00 – Roda de conversa / oficina: “Como financiar seu projeto cultural em tempos tão difíceis?”. Sobre as perspectivas de incentivo à produção cultural brasileira nesses tempos de desmontes.. Será traçado um panorama das perspectivas futuras para o setor cultural, tanto em nível estadual, quanto municipal.

Vagas: 30 – Inscrições antecipadas pelo email: [email protected]

Grátis

Mediação: Inti Queiroz – linguista, filóloga e produtora cultural. Mestre e Doutoranda na FFLCH – USP com pesquisa sobre o financiamento à cultura no Brasil contemporâneo. Atualmente é professora dos cursos de especialização e extensão em Gestão Cultural  na PUC Cogeae – SP. Professora residente no Espaço Cultura e Mercado desde 2012. Consultora e gestora de projetos culturais de diversas linguagens artístico-culturais desde 2002. Criadora, curadora e produtora do Festival PIB – Produto instrumental Bruto desde 2007. Horário de 15h00 às 23h00 – Samba do Sol

Onde: Casa das Caldeiras – Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 2000 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-200 – Informações – (11) 3873-6696

Capacidade: 1200 pessoas – Não possui estacionamento

(Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini)

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